quinta-feira, 9 de abril de 2009

Como as mãos se procuram, como elas se encontram.

De forma tão natural e familiar, mas, ainda sim, acompanhada do frio na barriga por alguns instantes.
Tão pequeno, quase imperceptivel não fosse a consequencia dele:
A certeza de não haver outra mão na qual os dedos queriam estar entrelaçados.

O toque, o cheiro, o tamanho...até os calos.
Tudo confirma que as coisas estavam, finalmente, no lugar certo.


(29/01/2009)

12 comentários:

  1. estou em dúvida: faço um comentário sarcástico ou elogio o belo poema. Acho melhor nao usar o sarcástico, pois diria que calos não combina - a não ser que seja a mão de um pedreiro - ou que falta acentos (bom, com a nota "lei" ortográfica tudo está perdoado0, ou que tudo pode ser encaixar e mesmo assim não estar no lugar certo - isso geralmente ocorre qdo a outra parte do encaixe nao se considera o encaixe certo!
    Bom, mas disse que nao comentaria com sarcamo!

    Eu gostei! é epifanico pegar na mão de quem se gosta! nossa

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  2. poeminha furecas

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  3. Augusto dos Anjos11 de abril de 2009 07:43

    uma dica: no lugar de calos, por que não dedos caindo?
    seria deveras peculiar!

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  4. Clarice Lispector11 de abril de 2009 07:45

    eu faria os dois sentados num banco de praça e as mãos se tocando! epifanico!

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  5. eu colocaria uma certa desconfiança...que tal um terceira mão?!

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  6. gostei muito do poema!

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  7. Quando eu digo que a minhaaa lei do encaixe é verdadeira...
    O que é pra ser sempre encaixa!
    Tá!Não teve nada a ver.Mas,só pra comentar!

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  8. o que é para ser sempre encaixa??
    explique-se, juju

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  9. e se encaixa com mais de um?!
    essa conversa tá ficando obscena!

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  10. um poema tão inocente...tsc,tsc,tsc...

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  11. hum...complexo demais, tão complexo q não se encaixa no meu tão pequeno intelecto. daqui uns dias eu volto pra ver se entendi...

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